quinta-feira, 20 de julho de 2017

SINTE SC: O faz de conta do curso: roubaram nosso recesso


O SINTE/SC vem por meio desta manifestar-se sobre o recesso do mês de julho para os trabalhadores/as em educação da rede pública estadual. Por isso, defendemos que:
1 – A formação continuada seja permanente e de qualidade para todos os trabalhadores/as em educação
2 – A formação respeite a realidade e a necessidade dos trabalhadores/as em educação de cada unidade escolar;
3 – Os encontros ocorram durante o horário de trabalho;
4 – O recesso escolar em julho seja de duas semanas para estudantes e todos os trabalhadores em educação;
5 – O SINTE/SC participe da discussão e do planejamento destas atividades;
6 – O Estado ofereça diversos temas de cursos para que o/a trabalhador/a possa optar segundo sua formação;

O SINTE/SC entrou em contato com a diretoria de gestão de pessoas da SED, onde foram feitas várias alterações a respeito do curso de formação continuada proposto por ela, que foram acatadas devido a intervenção da executiva do sindicato. Entre as quais está, que o/a professor/a poderá participar do curso compatível com a sua carga horária e optar pelos dias e assuntos de seu interesse. O/a professor/a participará nos dias e horários de suas aulas ou em dias de sua escolha. Portanto, aquele/a que executa outra atividade além da escola não ficou prejudicado/a.
Entendemos, que da maneira com que o curso foi planejado e implementado, através de vídeo conferência não contempla na forma e no conteúdo qualitativo as necessidades escolares locais, pois a educação na rede estadual tem demandas especificas. Além de não estimular a participação, a reflexão e é uma forma bastante cansativa para os/as trabalhadores/as cursistas.
O SINTE/SC avalia que desta forma com que foi encaminhado e executado, esse curso de formação pela SED durante o recesso escolar, desconectado da realidade escolar, vem como uma forma de punição a categoria, que está cansada pela sua jornada extenuante de trabalho, sem contar com o autoritarismo do governo, imposto por meio de suas gerências regionais de educação, da falta de gestão democrática nas escolas, que vem impondo a sua vontade, não respeitando o diálogo e a demanda de toda comunidade escolar.

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