"Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo." – Paulo Freire



terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Informe da Estadual do SINTE

SINTE reivindica a aplicação do reajuste do Piso Nacional do Magistério

No último dia 6 de janeiro, o Ministério da Educação, anunciou o percentual de 13,01% para o reajuste do piso salarial profissional nacional do magistério público da educação básica. Assim, o valor passa de R$ 1.697,00 para R$ 1.917,78, sendo esta a referência mínima para o vencimento das carreiras de professores com formação de nível médio.
De acordo com o Coordenador Estadual do SINTE Luiz Carlos Vieira, logo após a definição do percentual, já iniciaram as conversas com o Governo do Estado. Disse que em contato telefônico com representantes da SED, os mesmos afirmaram que estão recalculando os valores para o pagamento do Magistério Catarinense e devem até dia 15/01, amanhã, apresentar os novos cálculos ao Grupo Gestor.
A expectativa segundo Vieira, é de que após os estudos do Grupo Gestor, a proposta seja enfim trazida ao sindicato para ser apresentada e discutida com a categoria. Ele afirma ainda que o SINTE mantém sua posição do reajuste no mês de janeiro, data base do magistério conforme a lei 11.738/08 e para toda a categoria, com a aplicação do reajuste do Piso na carreira.
O Sindicato se mantém alerta, realizando seu trabalho de negociação com o Governo do Estado e informará a categoria sobre qualquer novidade com relação ao reajuste de 2015.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Piso dos professores é reajustado em 13,01% e passa para R$ 1.917,78

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso

O Ministério da Educação (MEC) informou que o piso salarial do magistério terá aumento de 13,01%. Com o reajuste, o salário inicial passará para R$ 1.917,78 a partir deste mês. O cálculo está previsto na Lei do Piso (Lei 11.738/2008), que vincula o aumento ao percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno, referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano. O novo montante é relativo ao salário inicial dos professores de escola pública, com formação de nível médio e jornada de trabalho de 40 horas semanais.
Segundo o MEC, nos últimos dias, o ministro da Educação, Cid Gomes, reuniu-se com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). De acordo com a lei, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno, definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Informe da CNTE

Vitórias e alertas de 2014

Este ano foi marcado por importantes conquistas para a sociedade brasileira, apesar dos sinais de alerta na economia e na política turbinados por manchetes e factoides veiculados na “grande mídia”, que trabalha diuturnamente em favor dos interesses das classes dominantes.
No primeiro semestre, após três anos e meio de intensas batalhas, a sociedade organizada fez aprovar o Plano Nacional de Educação com previsão de investimento de 10% do PIB na educação. Resta, a partir de agora, lutar pela implementação desse significativo percentual, fazendo com que os recursos sejam canalizados para as escolas e universidades públicas por meio da vinculação de novas verbas (do petróleo e de impostos e contribuições sociais ainda não carimbadas, ou até então vinculadas em patamares insuficientes) e da instituição do Custo Aluno Qualidade que sirva de referência para a promoção de outro estágio de qualidade educacional.
Na esfera econômica, o baixo crescimento do PIB, ao contrário do que ocorre na maior parte do planeta, não gerou desemprego e nem comprometeu a renda dos trabalhadores brasileiros que continuaram obtendo crescimento salarial acima da inflação.
No campo político, o país rejeitou novamente o modelo neoliberal - que sucateou o país na década de 1990 - e reelegeu o governo popular, do qual se espera mais mudanças rumo à inclusão social e à melhoria de vida para toda população, especialmente através do fortalecimento das políticas públicas essenciais como educação, saúde, transporte, moradia, segurança, entre outras.
Neste momento em que a oposição ao governo Dilma tenta a todo custo desestabilizar a democracia nacional - abrindo possibilidades de golpes em diversas frentes, inclusive no judiciário -, a CNTE mantém seu compromisso de luta pela democracia com participação popular, o que importa dizer que estaremos preparados para qualquer batalha com o objetivo de manter fielmente o resultado das urnas.
Por outro lado, os trabalhadores em educação do país exigem dos órgãos de controle do Estado o compromisso com a apuração de todas as denúncias de desvios de dinheiro público em benefício de quem quer que seja - sem seletividades. As falcatruas na vida pública e nas empresas privadas, infelizmente, são heranças antigas reforçadas pelo modelo patrimonialista que as elites do passado e do presente estruturaram em benefício próprio. E um dos pilares dessa bandalheira é o sistema de financiamento privado das campanhas eleitorais, que deve ser abolido imediatamente.
Festejemos as vitórias de 2014, com o compromisso de construir um Ano Novo ainda mais promissor e de luta.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Informe da Estadual do SINTE/SC

SINTE/SC cobra da SED o pagamento das rescisões dos ACTs ainda em 2014

O SINTE, nos últimos dias, recebeu informações, notícias e denúncias de trabalhadores ACTs, de diversas regiões do Estado, de que os pagamentos das rescisões dos trabalhadores/as temporários, referente a 2014, seria pago apenas em fevereiro de 2015.
O Sindicato, através de seu Coordenador Estadual, Luiz Carlos Vieira, entrou em contato com a Gerência de Pessoal da Secretaria de Educação, para esclarecer os fatos e solicitar a remuneração ainda este ano. Segundo a gerência, o governo fará uma folha de pagamento suplementar, ainda em dezembro, para honrar o pagamento das rescisões.
O SINTE/SC está atento e continua na luta para garantir os direitos de todos os trabalhadores/as em educação de Santa Catarina.

Requerimento Imposto Sindical/2014

Basta Colombo!

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